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domingo, 11 de dezembro de 2011

A MORTE DE KAYANE, O QUE FALAR DIANTE DE UMA BARBARIDADE DESTA MAGNITUDE


Há dias venho falando que o Promotor deveria ter fechado era o hospital municipal e não o matadouro público, diante das várias falhas de médicos, mau atendimento, falta de medicamentos, falta de compromisso dos gestores em fazer uma política de saúde voltada para a sociedade, em especial as famílias carentes de Chaval. A falta de competência dos administradores vem fazendo com que a mortalidade venha aumentando na cidade, quem é que não lembra o caso da esposa do nosso amigo Bolinha que estava grávida e sentindo fortes dores e por várias vezes procurou atendimento no mesmo hospital e os médicos simplesmente mandaram ela para casa que não era nada e ele estava bem e por várias vezes a mulher procurou o hospital e ouviu sempre as mesmas respostas dos médicos , resultado a mulher teve um aborto, perdeu o filho e para completar o médico mandou a mãe enterrar a criança bem cedinho. O pai levou o corpo do seu filho dentro de uma caixa de sapato para casa. Leia novamente a matéria (http://vereadorfernandovidacigana.blogspot.com/2011/06/em-chaval-pai-leva-filho-dentro-de.html ), Quem é que não lembra do infarto do Presidente da Câmara de Chaval, João Batista, (Batista Elias) que chegou no hospital infartado e o médico que lhe atendeu mandou ele ir pra casa porque não era nada, resultado se o nobre vereador não tivesse ido até o hospital de Parnaíba por sua conta teria morrido, segundo o próprio Batista, se demorasse mais alguns minutos em casa teria morrido. A morte desta criança mostra que a falta de compromisso dos governantes com a população é deplorável porque se houve erro médico ou não temos que esperar pela perícia técnica, mais há outro fato que pode ter ocasionado a morte da criança, a falta de oxigênio na ambulância. Meus amigos é insustentável a situação do município de Chaval, é de dá dó. Podemos ver no Portal da Transparência do TCM-CE, os recursos sendo gastos e a realidade é totalmente diferente na execução, na prática. E o mais triste é que tem gente que ainda defende uma barbaridade desta.

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